Ajuda humanitária em Sumaré atende famílias após alagamentos

A ajuda humanitária em Sumaré foi enviada pelo Governo de São Paulo para apoiar famílias afetadas por alagamentos. A prefeitura retirou os materiais em 27 de outubro de 2026.

A iniciativa integra a mobilização estadual de assistência a municípios atingidos por eventos climáticos. Além de Sumaré, Jaú também recebeu ajuda.

Em Jaú, as chuvas provocaram alagamentos e o transbordamento do rio Jaú. Os dois municípios foram incluídos na ação estadual.

Para 29 de outubro de 2026, o Cepagri/Unicamp previu chuva a qualquer momento na região, com possibilidade de pancadas fortes. A previsão também apontou risco de alagamentos, enxurradas e transbordamento de córregos.

Itens enviados a Sumaré e mobilização estadual

Para as famílias de Sumaré, foram destinados 50 cestas básicas, 230 kits de higiene, 230 kits de limpeza e 1.120 litros de água mineral. Os materiais foram separados para atender necessidades das pessoas afetadas pelas chuvas.

O envio também incluiu três caixas de roupas masculinas, femininas e infantis, além de ração para cães e gatos. Esses itens complementaram a assistência distribuída no município.

Na mobilização estadual, Sumaré e Jaú receberam, juntas, 150 cestas básicas, quantidade que, segundo o Governo de São Paulo, pode beneficiar até 600 pessoas. Jaú ficou com 100 cestas, 100 kits de higiene, 100 kits de limpeza, 1.120 litros de água e ração.



Previsão de chuva e orientações de segurança

Para 29 de outubro de 2026, o Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura (Cepagri), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), previu céu nublado a encoberto na região. A chuva poderia ocorrer a qualquer momento, com pancadas fortes principalmente à tarde e à noite.

O Cepagri alertou que os acumulados de chuva poderiam provocar alagamentos, enxurradas e transbordamentos de córregos, além de tempestades com raios. A orientação era procurar abrigo ao ouvir trovoadas e evitar árvores e estruturas pouco resistentes.

Outra recomendação do órgão era não atravessar áreas alagadas. A primeira-dama do Estado e presidente do Fundo Social, Cristiane Freitas, afirmou que o governo atuava com a Defesa Civil e as prefeituras para agilizar a chegada de itens essenciais às famílias em emergências.

O Cepagri também indicou continuidade da instabilidade, com pancadas e temporais a partir da tarde. Em Campinas, setembro registrou 309,9 milímetros de chuva, cerca de cinco vezes a média histórica; a instituição ponderou que nem todos os temporais podem ser atribuídos diretamente ao El Niño.



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